Helsinki

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Vocês já podem perceber que adoro viajar. Principalmente, para lugares diferentes e um pouco fora da ‘rota comum’.

Eu fui de Estocolmo para lá de Norwegian Air. Bem confortável para um vôo barato. E não passamos por imigração, parece ser um vôo doméstico. Assim, fiquei sem carimbo no passaporte…

A Finlândia foi invadida pela Suécia há anos atrás, então tem muitas.placas em finlandês e sueco, primcipalmente os com nomes de ruas e de paradas de transporte público. Por exemplo, Ritarekatu/Ritaregatan.

Pois Helsinque e assim. Eu fui descobrindo e me apaixonando. Não tinha me dado conta de que praticamente não anoitece. Então, essa bela foto foi tirada às 22:37 do meu quarto no hostel.

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Esse e o Shopping center Kamppi. Tem várias lojas e supermercado. Acreditem, tem uma rodoviária dentro. Eu estava louca para comprar uma bolsa pequena na Marimekko, só que fui muito tarde, já estava fechada. E eu acabei esquecendo…

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A Finlândia também tem uma espécie de caipirinha, a Mitta. As diferenças são koskenkorva ao invés de cachaça e limão siciliano no lugar do tahiti. Koskenkorva e a vodka finlandesa.

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Esse prato e um picado de rena com purê e umas frutinhas de lá que nunca lembro o nome. Bem gostoso, mas nada demais. Esse restaurante tem um cardápio em várias línguas, inclusive em português. De Portugal, mas tá valendo.

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Depois da janta no Zetor, fui caminhando e como não anoitece, a gente perde um pouco a noção da hora. Quando vi já eram 23:20 e eu estava chegando na Igreja de Pedra. Sim, Helsinque e tão segura que e possível caminhar sozinha de noite numa boa.

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No outro dia, fui no Museu Nacional da Finlândia. Muito legal. Vale a pena a visita.

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Na mesma avenida, ficam vários pontos turísticos. Outro deles e a Ópera Finlandesa. Como eu não teria tempo, nem fui ver se tinha algo interessante passando. Fica.pra próxima.

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O Monumento Sibelius não e muito grande, mas e diferente e interessante. Sempre tem gente lá fotografando. Fica num parque super tranquilo e lindo.

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Uma das coisas mais legais que fiz foi visitar o estádio olímpico, palco das Olimpíadas de 1952. Só pude ver a torre, mas valeu totalmente a pena. Tem elevador pra 2 pessoas e dá pra ver toda a cidade. Adorei. E pertinho da Ópera.

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Quando cheguei no aeroporto, já comprei o cartão de passagens. A gente pode pagar por dia e e possível utilizar qualquer transporte público. Peguei ônibus. Depois, tram que me deixou bem pertinho do hostel.
Dá para acompanhar as paradas no visor. Não tinha áudio. O Google Maps funcionou muito bem.

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No tram, aparece a linha, direção e paradas no visor. Basta passar o cartão na maquininha – tem dentro do trama perto das portas. Não precisa entrar somente pela porta da frente, e como se fosse metrô de superfície. Sugiro fazer sinal, porque eu perdi um, achando que ele iria parar enquanto eu procurava o cartão. Basta levantar quando o tram vem chegando…

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O interessante na Europa e que o transporte público está pronto para carrinhos de bebê e deficientes. A gente vê todo mundo saindo pra passear com os bebês e seus carrinhos tranquilamente. E não importa se tá frio ou chovendo.

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Essa e a maquininha, sensor para passar o cartão que parece um cartão de visitas, porque não e de plástico. Nessas horas a gente percebe como poderia ser mais fácil para os.turistas aqui no Brasil, pois eles precisam fazer CPF para poder fazer cartão de passagens e não tem desconto nenhum, a não ser estudante.

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Esse e o terminal Olympia de onde saem os barcos para outras cidades inclusive para Tallin, na Estônia em 30 minutos. Eu queria ter ido, mas não daria tempo.

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Eu adorei pegar tram. Rápido, confortável, percurso longo, dá para atravessar a cidade. Mas o melhor e que tem identificação das linhas que passam nas paradas, direção e quanto tempo para os próximos trams. Praticamente em.toda Europa e assim. Aqui no Brasil a gente podia copiar esses exemplos.

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Essa cerveja finlandesa comprei num mercadinho perto do hostel. Só vi latão, parece que o pessoal manda ver nas bebidas.

O hostel era muito bom. Eles aproveitam os dormitórios das faculdades, então e caro, mas o quarto era ótimo. Além de ter banheiro privativo, ainda tinha uma mini cozinha com pia, frigobar e cooktop.

Com certeza, quero voltar pra Helsinque.

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