Loiro platinado

Já faz algum tempo que pinto o meu cabelo de loiro platinado, porque sou loira e tenho muitos cabelos brancos desde bem jovem. Mas o mais importante, e que sempre foi difícil achar tintura acinzentada. Normalmente, os tons de louro são dourados em quase todas as tinturas brasileiras.

Agora, virou moda o cabelo platinado e ficou um pouco menos difícil achar tonalizantes. Mas como tenho muito cabelo branco, tem que ser tintura para cobri-los. Além do que, meu cabelo teima em amarelar, até os fios brancos amarelam.

Da primeira vez que fui pra Londres, achei um condicionador bom e barato. Nem me dei conta de procurar tinturas platinadas. Na segunda vez que usei, já tinha retirado quase todo o amarelado. Bem difícil tirar da parte do cabelo que fica mais no meio, que não pega sol. E não dá pra ficar muito tempo com o creme que o cabelo fica roxo. Hair Xpertise Argan Blonde.

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Da segunda vez, olhei os preços. No entanto, só fui comprar em Berlim. Não tinha a mesma marca, então comprei outra. E não tinha o condicionador acinzentado, só o loiro normal. Comprei pra testar. Um puxa para o dourado e o outro acaba não deixando tão platinado. Balea Professional.

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Depois, resolvi usar só o shampoo com condicionador comum e funcionou. Pena que não tão bem quanto o Argan Blonde.

Impressiona a facilidade de achar qualquer produto em Londres e Berlim. Comprei em farmácia mesmo, cada um por menos de R$30. Aqui no Brasil, só em lojas eapecializadas e caríssimos, acima de R$55 cada.

Comprei tintura em Oslo, mas quando fui usar, vi que tinha descolorante. Na primeira vez, deixei o tempo mínimo indicado e ficou dourado. Na segunda, deixei o tempo máximo indicado e ficou perfeito. Desculpa, mas não fotografei a embalagem…

Pena que eu não tinha mais grana para comprar um estoque… E também não tinha tempo para ficar procurando e testando.

Hoje, testei uma amostra de um produto novo brasileiro que veio numa revista. Usei o meu shampoo Argan Blonde e depois passei a máscara, desembaracando com os dedos e massageando. A indicação era de 3 a 5 minutos de espera. Como o creme também era roxo, eu não quis arriscar deixei uns 3 minutos. Achei que ficou bom.

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Ultimate Blonde Máscara Matizadora Pérola.

Pena que o site não e muito bom. A loja online não funciona e não consegui localizar onde comprar.

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Essa luz não colaborou, mas está bem prateado. E meu cabelo ficou bem ondulado. Quer dizer que tratou mesmo o fio, além de matizar.

Então, platinadas? O que acharam? Dicas? Sugestões? Aguardo comentários de vocês!

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Oslo

 

 

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Oslo é uma cidade linda, limpa, simpática e fácil de visitar. Não precisei de transporte público, fiz tudo a pé.  Várias praças e parques, da foto acima é Sofienbergparken. Nesse dia estava chuviscando, então não tinha muito movimento.

Fiquei em Grünerlokka no Anker Apartments que é um prédio com pequenos apartamentos ou grandes quartos com banheiro e cozinha. Não é muito barato, mas vale a pena. E ainda alugam um kit com prato, copo, talher, panelas.  É ainda melhor pelo fato que tu pode pegar um transfer do hotel e descer perto, assim como pegar o mesmo transfer praticamente na mesma avenida ( do outro lado da rua).

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Eu sempre faço um passeio sem compromisso, sem local determinado, pra ir conhecendo a cidade e vendo as pessoas. Claro que tenho um mapa a mão e um Google maps à disposição. E sempre me surpreendo com coisas assim, que não aparecem em guias turísticos. Essa é a Lakkegata, uma rua comum mas que eu achei incrível, linda. Adoraria morar perto de um lugar assim, ou passar por um lugar assim todos os dias quando fosse trabalhar.

 

 

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Esse é o tíquete do transfer do aeroporto de Oslo (Oslo Lufthavn) para o hotel que fica na Kobenhavngata. A parada do ônibus não fica na Rua Copenhagen, mas o nome da parada é Kobenhavn (Copenhagen) em uma avenida que não lembro o nome agora… Desculpem. Gata significa Rua e em noruegues, juntam tudo e primeiro o nome depois gata. Por isso, Rua Copenhagen é Kobenhavngata.

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Resolvi experimentar a culinária norueguesa e nada mais conhecido do que o salmão. O restaurante é Jensen’s Bofhus na Stortinsgata, perto do parlamento.

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Perto do parlamento, também fica o Teatro Nacional ou Nationaltheater. É só atravessar a linda praça em frente ao parlamento. Como eu não tinha muito tempo, não cheguei a entrar no Teatro.

 

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A Karl Johan’s Gate é a avenida mais famosa de Oslo. Conhecida por ter esses arranjos de flores ao centro. É enorme e caminhando por ela, passamos por várias lojas, shopping center, restaurantes, hotéis. Logo em seguida , à esquerda é o Parlamento. E lá no alto, no final, é o Palácio Real. Simplesmente, lindo lugar.

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Oslo Domkirke fica no centro e é ponto de referência para os turistas. Não achei nada demais nela, mas sempre me guiava por ela para voltar para o hotel.  Kirke significa igreja em norueguês.

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O Parlamento Norueguês ou Norwegisches Parlament. Simplesmente, lindo, com essa praça incrível e todo mundo curtindo nesse dia lindo de sol. Todo mundo curtindo numa boa, niguém escutando música alto, nem gritando, nem tendo assalto. As coisas simples da vida acabam sendo as mais incríveis e aprazíveis.

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Depois de toda a caminhada e uma boa subida, vou chegando no Palácio Real de Oslo. Lindo, mas simples, sem muita frescura.  Da Slottsplassen dá pra ver boa parte da cidade e a vista é linda. Não sei cadê a foto que tirei lá…

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Slottsparken é a praça do Palácio e fica ao lado. Lindo e limpo.

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Atrás do palácio, fica o Dronningparken. Esse tem horário para freqüentar e tem portões na entrada dele.

 

 

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The Munch Museum. Fiquei em dúvida se gastava para visitar esse museu.  Afinal, a viagem seria longa e eu ainda teria vários dias para gastar com comida e transporte. Mas não é sempre que vejo obras do Munch aqui no Brasil, então, arrisquei.

É um lugar pequeno, estava chovendo … E tinha um monte de gente! Tem dectetor de metais depois da recpção e se a bolsa for grande ou estiver com casaco na mão, tem que deixar nos armários no andar de baixo. Precisa colocar uma moeda para utilizar e é devolvida na retirada.

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Edvard Munch é o artista mais conhecido da Noruega. Dei uma sorte e tinha obras do Van Gogh também nesse dia! Eu só conhecia o famoso “O Grito” e adorei conhecer um pouco mais.

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Essa salada de batata eu comprei no supermercado e foi a melhor que já comi na minha vida.  Com creme fraîche, um creme de leite batido e deliciosamente temperado.

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Essa foi uma cerveja que tomei no restaurante quando experimentei o salmão norueguês. Mais escura, tom acobreado, um pouco mais forte que uma Lager e muito boa. Achei no supermercado também.

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Aproveitei para visitar o Jardim Botânico que fica perto do Munch Museum. A foto não faz jus, mas o lugar é muito bonito, tem muita variedade de plantas, inclusive temperos, todos devidamente identificados.

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Essa é outra cerveja que comprei em outro supermercado. Mais excura, mais encorpada e mais forte, tanto no sabor como no teor alcólico. Achei muito legal que nela vem a harmonização e dicas para beber como temperatura ideal etc.

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Outra coisa que já tinha ouvido falar e tive que experimentar foi esse queijo. Ele é mais escuro, quebradiço e com um cheiro e sabor caramelado delicioso. São vários tipos, mas escolhi esse que me pareceu meio termo. Mas não dá pra comer muito, porque fica enjoativo.

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Claro que o salmão em Oslo é bem mais barato que aqui no Brasil, então como não experimentar salmão cru defumado? Incrivelmente delicioso e barato! Então, como gastei no museu e não dava para ficar gastando muito, juntei as três coisas mais deliciosas que ja´comi e fiz um sanduíche.   Não sei como explicar, mas nunca comi uma coisa tão gostosa e barata!

 

 

 

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Praticamente do outro lado da cidade, tem a Ópera de Oslo. O prédio quase todo nessa pedra branca, nessa paisagem é de tirar o folêgo. Dá pra subir até o teto, mas achei muito inclinado e tava chuviscando, resolvi não me arriscar a escorregar.  Lindíssimo!

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Essa é a Gronland Kirke que fica perto da Estação.

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A Ópera também é muito bonita por dentro e a visita é gratuita. Só é necessário pagar se quiser visita guiada. O banheiro é lindo também.

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Akershus Festning é um forte perto da Ópera. Lindo e enorme. Lá dentro tem o museu de armas e um museu sobre o forte. Vale a visita que é gratuita.  Tem várias subidas, mas vale a vista.

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A vista do forte é incrível.

 

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A prefeitura de Oslo é linda por todos os lados. Para variar, não sei onde coloquei as fotos do outro lado, onde tem uma fonte e uma praça que todo mundo trata como ponto turístico. Moderna e imponente.FInaFinaimage

Finalmente, o Nobels Fredssenter ou Nobel Peace Center.

O Shoping Center famoso é ali perto, mas não me interessou muito. Como eu já tinha caminhado pela cidade toda, resolvi voltar e aproveitar mais da cidade do que ficar enfurnada num centro de compras.

Istambul

 

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Eu fui para Istambul de avião, low cost pela Turkish Airlines. Passagem barata, mas viagem bem confortável. Principalmente, se for comparar com a Ryanair, porque pela Turkish Airlines as poltronas não são tão juntas e recebemos um lanchinho.

Confesso que quando chegamos no aeroporto Atatürk, foi bem estranho. Para variar, descemos numa pista longe. Tive que pegar o ônibus para chegar no portão de desembarque. Não sei se chegou outro ônibus junto, mas era um lugar minúsculo, estava sem luz e um monte de gente indo em direção à saída do desembarque.

A Imigração estava lotada, acabei indo para um segundo local para carimbar meu passaporte. Tinha menos pessoas, mas mesmo assim, demorou bastante.

Peguei um transfer para o meu hotel. Foi caro, mas valeu a pena. Estava muito calor, demorou muito para passar pela Imigração e pegar minha mala. Então, foi bem rápido, já fui vendo boa parte da cidade que eu não iria visitar, com ar condicionado, bem confortável. Na volta, foi bem mais barato. Eu peguei um shuttle com o próprio hotel e era do tipo ‘caronas divididas’, então passamos em outros hotéis para buscar outras pessoas.  Mesmo eu indo para o aeroporto Sabiha Gokcen que é bem mais longe.

Fiquei em um pequeno, mas ótimo hotel em Sultanahmet. Tem várias atrações por ali e não seria necessário pegar transporte. Barato e bem confortável. Fiquei 3 dias e paguei o mesmo que um dia num hostel em Londres.

Cheguei e já veio um rapaz pegar minha bagagem – o que não é mais comum nos hotéis… A não ser os de 4 e 5 estrelas… Tomei um banho, deitei um pouco e pelo final da tarde fui dar uma volta.

Ali perto já era o famoso Hipódromo de Constantinopla que é uma grande avenida para pedestres com os dois monumentos no centro. Pensei que não haveria muito movimento pela hora, mas estava cheio de famílias jantando. Logo em seguida começou o chamado para as orações e a Mesquita Azul ficou lotada. Vem muita gente visitar e orar. Nesse momento de oração, os turistas não podem entrar.

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Nesse mesmo local, há uma feira de artesanato. Encontra de tudo de roupa, joias, doces, sorvetes etc. Achei um pouco caro e melhor procurar no Mercado Público deles.

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Mesquita Azul – momento de oração, não são permitidos turistas dentro da Mesquita, só até o pátio. Tive que me contentar e, mesmo assim, foi lindo.

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Aya Sofia vista do Hipódromo.

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Mesquita Azul vista da praça.

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Preferi jantar no mesmo lugar todos os dias. O garçom era extremamente simpático e atencioso.  Sempre oferecem como entrada esse pão que parece um travesseiro (mas é cheio somente de ar) e um molho de iogurte e dill. Uma delícia e não é cobrado a mais por isso. Não achei nada demais no vinho turco.

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A pide é a pizza turca. O formato é diferente, mas a massa é bem semelhante. Como eu adoro cogumelos, essa foi a pedida e estava uma delícia. Diferente aqui do Brasil onde só usam champignon em conserva.

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Uma das coisas mais legais da Turquia é a cordialidade. Em todos os lugares que se vai, as pessoas oferecem o chai, inclusive nas lojas. Parece ser um chá inglês e pode ser adoçado com tabletes.

Bastante movimento, muitos turistas. Não precisei pegar o transporte público. Pelo que vi, os turistas gostam do transporte, parece ser bem funcional. E calor. Uma das coisas que me angustiou um pouco foi ver muitas mulheres todas cobertas e algumas, todas cobertas de preto naquele calor. Respeito a cultura, mas não gostaria de me sentir naquela situação.

Com certeza voltaria a Istambul, mas numa época não tão quente.

E vocês? Planos para Istambul? Alguma sugestão ou dica?

Helsinki

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Vocês já podem perceber que adoro viajar. Principalmente, para lugares diferentes e um pouco fora da ‘rota comum’.

Eu fui de Estocolmo para lá de Norwegian Air. Bem confortável para um vôo barato. E não passamos por imigração, parece ser um vôo doméstico. Assim, fiquei sem carimbo no passaporte…

A Finlândia foi invadida pela Suécia há anos atrás, então tem muitas.placas em finlandês e sueco, primcipalmente os com nomes de ruas e de paradas de transporte público. Por exemplo, Ritarekatu/Ritaregatan.

Pois Helsinque e assim. Eu fui descobrindo e me apaixonando. Não tinha me dado conta de que praticamente não anoitece. Então, essa bela foto foi tirada às 22:37 do meu quarto no hostel.

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Esse e o Shopping center Kamppi. Tem várias lojas e supermercado. Acreditem, tem uma rodoviária dentro. Eu estava louca para comprar uma bolsa pequena na Marimekko, só que fui muito tarde, já estava fechada. E eu acabei esquecendo…

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A Finlândia também tem uma espécie de caipirinha, a Mitta. As diferenças são koskenkorva ao invés de cachaça e limão siciliano no lugar do tahiti. Koskenkorva e a vodka finlandesa.

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Esse prato e um picado de rena com purê e umas frutinhas de lá que nunca lembro o nome. Bem gostoso, mas nada demais. Esse restaurante tem um cardápio em várias línguas, inclusive em português. De Portugal, mas tá valendo.

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Depois da janta no Zetor, fui caminhando e como não anoitece, a gente perde um pouco a noção da hora. Quando vi já eram 23:20 e eu estava chegando na Igreja de Pedra. Sim, Helsinque e tão segura que e possível caminhar sozinha de noite numa boa.

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No outro dia, fui no Museu Nacional da Finlândia. Muito legal. Vale a pena a visita.

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Na mesma avenida, ficam vários pontos turísticos. Outro deles e a Ópera Finlandesa. Como eu não teria tempo, nem fui ver se tinha algo interessante passando. Fica.pra próxima.

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O Monumento Sibelius não e muito grande, mas e diferente e interessante. Sempre tem gente lá fotografando. Fica num parque super tranquilo e lindo.

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Uma das coisas mais legais que fiz foi visitar o estádio olímpico, palco das Olimpíadas de 1952. Só pude ver a torre, mas valeu totalmente a pena. Tem elevador pra 2 pessoas e dá pra ver toda a cidade. Adorei. E pertinho da Ópera.

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Quando cheguei no aeroporto, já comprei o cartão de passagens. A gente pode pagar por dia e e possível utilizar qualquer transporte público. Peguei ônibus. Depois, tram que me deixou bem pertinho do hostel.
Dá para acompanhar as paradas no visor. Não tinha áudio. O Google Maps funcionou muito bem.

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No tram, aparece a linha, direção e paradas no visor. Basta passar o cartão na maquininha – tem dentro do trama perto das portas. Não precisa entrar somente pela porta da frente, e como se fosse metrô de superfície. Sugiro fazer sinal, porque eu perdi um, achando que ele iria parar enquanto eu procurava o cartão. Basta levantar quando o tram vem chegando…

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O interessante na Europa e que o transporte público está pronto para carrinhos de bebê e deficientes. A gente vê todo mundo saindo pra passear com os bebês e seus carrinhos tranquilamente. E não importa se tá frio ou chovendo.

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Essa e a maquininha, sensor para passar o cartão que parece um cartão de visitas, porque não e de plástico. Nessas horas a gente percebe como poderia ser mais fácil para os.turistas aqui no Brasil, pois eles precisam fazer CPF para poder fazer cartão de passagens e não tem desconto nenhum, a não ser estudante.

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Esse e o terminal Olympia de onde saem os barcos para outras cidades inclusive para Tallin, na Estônia em 30 minutos. Eu queria ter ido, mas não daria tempo.

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Eu adorei pegar tram. Rápido, confortável, percurso longo, dá para atravessar a cidade. Mas o melhor e que tem identificação das linhas que passam nas paradas, direção e quanto tempo para os próximos trams. Praticamente em.toda Europa e assim. Aqui no Brasil a gente podia copiar esses exemplos.

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Essa cerveja finlandesa comprei num mercadinho perto do hostel. Só vi latão, parece que o pessoal manda ver nas bebidas.

O hostel era muito bom. Eles aproveitam os dormitórios das faculdades, então e caro, mas o quarto era ótimo. Além de ter banheiro privativo, ainda tinha uma mini cozinha com pia, frigobar e cooktop.

Com certeza, quero voltar pra Helsinque.

Budapeste

Budapeste e uma cidade incrível. Adorei. Fui de Easyjet, low cost de Berlim até o pequeno aeroporto Ferenc Liszt. Logo perto das esteiras, tem caixa eletrônico e guichê de transfer. O legal e que e uma espécie de carona coletiva. Paguei €22 ida e volta. Recebi um tíquete com número. Ao sair do portão do desembarque, a esquerda fica o outro guichê do transfer. Ao lado, tem uma salinha com monitor com número do tíquete (217262) indicando qual a tua van (236). Como depende de outras pessoas irem pelo mesmo trajeto, pode demorar um pouco. Aproveitei e como uma fatia de pizza e tomei um refrigerante. Quando aparecer o número da van, sai pela porta principal do aeroporto e à esquerda, estarão às vans numeradas. O motorista pede o tíquete e põe tuas malas no bagageiro. Como fiquei no lado Buda, mais longe do centro, fui a última. E foi ótimo, porque pude ver boa parte de Buda e Peste. Fiquei abismada com a beleza da cidade.

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Logo que cheguei no hotel, várias pessoas comentar sobre uma estátua de Baba. Como era bem pertinho, fui. Passei portuguesa ruas pequenas e comecei a subir por uma espécie de pracinha. Meio abandonada, parece que a galera vai lá de noite para beber e fumar. No topo, tomei um fôlego e vi uma espécie de templo, mas estava fechado, não sei se e possível visitar durante o dia.

Quando vi a estátua, pensei: todo esse esforço dessa subida pra isso???? Porque e pequena. Só parar de reclamar pra mim mesma, olhei ao fundo e pude perceber do que as pessoas estavam falando. A vista de lá, e incrível. E de graça.

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Depois, resolvi experimentar a culinária húngara. Caí de amores pelo Tonkaj, o vinho húngaro. Preferi o branco. Adoçado com o mel húngaro, que e diferente. Bem doce, mas com menos gosto de mel, se e possível dizer isso. Adoça, mas não toma conta do sabor. Como estava quente, tomei gelado. Uma delícia! E claro, não podia faltar o Goulash. E um ensopado de carne com vegetais e páprica, muita páprica. Uma delícia, mas a gente sente um calor! Não esquece de pedir água também! Pode ser vegetariano, com carne bovina ou frango.

Passei um pouco de vergonha, porque não vi que tinha música ao vivo e não havia levado dinheiro para gorjeta… E os músicos vêm na mesa… Acabei dando o que eu iria gastar com souvenirs…

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Uma pena que lá não tem Netflix, porque televisão de hotel só pega canal, digamos, ruins…

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No outro dia, fui dar uma volta perto do hotel. Para minha surpresa, eu estava perto de uma linha de trama que atravessa a cidade e da Margit Hid, ou ponte Margarete. Linda vista do Danúbio e tanto de Buda como Peste.

Achei que tinha muita coisa para ver e que 4 dias acabariam sendo pouco. Assim, resolvi testar o ônibus Hop On Hop Off, ou seja, a gente paga por um dia e sobe/desce o quanto quiser em qualquer ponto da linha. Eu sugiro experimentar um dia, escolher os pontos que quer visitar e ver se e possível ir de transporte público.

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Eu consegui a façanha de perder umas mil.fotos das minhas viagens quando fui temtar passar para um pendrive, porque todo mundo fica me pedindo pra ver e acho um saco ter que ficar entregando meu smartphone… Então, não lembro o nome do restaurante, mas e perto da Margot Hid. Fica no andar de baixo, como um porão, mas e bem tranquilo e comida boa. Essa e uma sopa de cogumelos. Com páprica e claro. Com krissfroch, aquela bebida metade vinho, metade água com gás.

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Essa e uma massa com queijo ao modo húngaro. O molho nada mais e que creme azedo com queijo. E muita comida, dá pra duas pessoas, ainda mais depois dá sopa.como entrada. Muito gostoso, mas diferente. A massa e bem pesada e não tem tanto gosto de queijo.

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A sobremesa típica e um bolo bem molhadinho, com rum ou conhaque bem suave, passas e chantilly. Uma delícia!

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O passeio até a Cidadela e imperdível. Lá, e possível ver toda a cidade que e linda. E possível ir de transporte público, mas ele não leva até o topo. Então, precisa caminhar por um boa subida. Eu achei muito mais prático e rápido, ir de ônibus hop on hop off. Eles vão até o topo onde tem banheiro ( tem que pagar para usar), um restaurante e uma lanchonete. Só e preciso caminhar um pouquinho para ver a cidade.

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Nas margens do Danúbio tem um monumento por assim dizer para lembrar das vítimas da guerra. São sapatos simbolizando as pessoas que foram fuziladas ali por milícias.

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O Castelo de Buda e imenso. E possível vê-lo de longe. Lindo, imponente. Pode ser visitado, mas precisa pegar o funicular e pagar a entrada. Achei que tinha muita gente e eu não teria tempo de ver várias outras coisas, porque o castelo e muito grande. Cuticular nada mais e um elevador que sobe em diagonal, mas a vista em Budapeste sempre e incrível. Quando eu for de novo, certamente, vou subir lá.

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Outro passeio que acho imperdível e de barco de noite. Fica tudo iluminado. Então, o que já e lindo de dia, fica incrível de noite. Buda Vár ou Castelo de Buda consegue ficar mais lindo ainda.

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O Parlamento também fica mais bonito ainda. Fica do lado Peste, também e enorme. Difícil fotografá-lo inteiro. Consegui só no passeio de barco mesmo.

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A Ponte Margarete ou Margit Hid também fica linda toda iluminada. O tram linha 4 que eu pegava passava por ali e atravessava a cidade. Assim, eu podia ficar no lado Peste até mais tarde (o ônibus Hop On Hop Off tem um intervalo grande entre 19 e 21 h e o passeio noturno não para em tantos pontos).

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No outro dia, fui na Praça dos Heróis. Simplesmente, indescritível. E a maior praça da Europa. Lindo demais. Tem estação de metrô perto. Aproveitei e fui nas piscinas de banhos termais ali perto. Não tirei fotos, porque levar smartphone para um lugar com grande possibilidade de cair na água não vale a pena. E ficar tirando fotos num lugar que também e medicinal (águas termais são ricas em minerais e ajudam em vários tratamentos) não me parece legal. O ideal e alugar a toalha para não precisar ficar carregando depois. Da próxima vez, vou ficar o dia todo.

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Depois da Praça dos Heróis, voltei a pé pela Avenida Andrassy. Tem uma espécie de calçada ou passarela no meio para pedestres. Como tudo em Budapeste, e linda. Os prédios tem detalhes lindos. E possível passar pelo Octogono que e uma esquina com oito lados. Ponto de encontro de vários passeios como Pub Crawl.

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E uma última foto lá do alto da Cidadela. E uma espécie de forte com uma estátua visível em quase toda Budapeste. Essa e uma das estátuas menores que fica ao lado um pouco mais abaixo e que não se enxerga lá de baixo. O lugar e lindo e a vista arrebatadora.

Eu quero voltar pra Budapeste. Adoraria morar lá.

E você? Já foi ou gostaria de ir? Tem alguma sugestao ou gostaria de alguma dica ?

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