Até que a Sbornia nos separe

Fui ver no cinema. Queria ver em 3D, mas só tinha horários tarde, aí acabei vendo normal mesmo. Ainda bem.

É com muita tristeza que digo que achei chato. O desenho é lindo, a arte é uma das melhores que vi nos últimos desenhos brasileiros. Mas a história é chata. É criativa, mas o desenrolar é muito lento. Chega a ser engraçada, mas faltou o tempo certo.

Escutar o Nico dá um aperto no peito, um saudosismo… Depois que ele faleceu, a vida ficou menos engraçada. Eu não vi Tangos e Tragédias muitas vezes. Só que era tradição ter espetáculo todo ano. Quem não viu o espetáculo no Theatro São Pedro, perdeu.

Mas vale a pena para conhecer Kraunus Sang (Hique Gomez) e Maestro Pletskaya (Nico Nicolaiewski) quem não teve o prazer de ver o espetáculo de 30 anos em cartaz no Rio Grande do Sul que alegrou todo o país nos últimos anos. Com certeza, fazem parte da cultura não só gaúcha como nacional. Tão clássico que muita gente via todos os anos.

Também vale para relembrar o Nico. Amei a trilha sonora que ele fez para o filme “Amores” do Domingos Oliveira.

Vale a pena ir ver, mas sem muita expectativa. Tem muitos momentos divertidos. Mas pra quem curte blockbuster, deixa pra lá. Além disso, a arte, o desenho, a fotografia, a trilha sonora, a dublagem são excelentes.

Não me arrependo de ter ido ver, foi muito bom saber que a gente vai poder sempre voltar pra esse filme e matar a saudade do Nico e do Tangos e Tragédias.

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