Sei lá, mil coisas…

Aí, chega mais um momento em que a pessoa fica meio que sem saber o que fazer… Tanta coisa pra fazer, tanta coisa pra decidir…

Uma coisa que eu não esperava, era ficar sem emprego… Nem um estágio eu tô conseguindo… E sinto que as pessoas que fazem entrevistas, selecionam currículos são ou estão muito despreparadas. E não sabem… 

Li por esses dias, uma escritora comentando sobre isso também: que ela é uma pessoa que tem contas pra pagar, não vive de luz. Quer trabalhar. Escrever qualquer coisa que dê uma graninha pra poder se manter enquanto produz outro livro.

E é isso mesmo que eu acho: gente, eu quero trabalhar e pagar minhas contas. Ou eu tenho experiência demais, ou tô velha… Numa entrevistas dessas, o dono do lugar disse que não tem tempo pra ir no banheiro, que não tem essa de ligação pessoal, que é ‘produção massiva’ e que a pessoa tem que querer ganhar cada vez mais comissões pra se dar bem. Não me dei conta na hora – sou meio ingênua de vez em quando – só depois que saí de lá. Sério??? Tu acha que eu vou me matar pra ganhar uma tv de prêmio por vendas, pra tu ganhar o lucro e eu ter uma infecção urinária porque não tenho tempo de ir ao banheiro pra ganhar mais comissões? E gastar tudo em tratamento de saúde pelo visto…At porque eu já tenho uma tv de 46″ e outra de 32″ só pra mim….

Em outra entrevista, a moça veio falar comigo com uma meia hora de atraso. Não parava de bocejar, não escondia que não estava nem um pouco a fim de estar ali naquele momento.

Acho que a coisa que mais me irrita nas entrevistas ultimamente é que as pessoas sempre se atrasam. Gente, como tu acha que pode me avaliar se tu sequer respeita o horário combinado comigo? Nessa, eu já perco o tesão e já me dou conta de que a criatura não serve pra me entrevistar. E se a empresa põe esse tipo de gente pra entrevistar novos possíveis funcionários, também não serve pra mim.

O ruim é que tô gostando de não trabalhar. Não por não fazer nada. Tô sempre fazendo alguma coisa. Eu estou adorando não ter que ficar fazendo o que outra pessoa quer. Não estar subordinada a alguém que não entende a mínima do que eu faço ou que acha que entendo como eu funciono. 

E de acreditar que dessa vez vai dar certo. Que meu chefe realmente é minha equipe e eu sou equipe dele. 

Eu tô cansada de confiar e me sentir traída de novo…

Começo a concordar com minha mãe: ela sempre me disse que eu devia ter o meu próprio negócio, porque eu tenho a manha, tino pra fazer os negócios darem certo. O problema é o que fazer, qual negócio começar e com que dinheiro investir…

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