10 anos do final de Friends

Com certeza, “Friends” foi uma das minhas séries preferidas. Com a lembrança em todo o lugar que completam 10 anos desde o último episódio, fica difícil de não pensar nisso.

O caso é que eu me dei conta de que não gosto mais tanto quanto eu gostava. Ok, superfãs eternos: me crucifiquem. Como está sempre reprisando na Warner e vi em algum lugar que é a série que sempre ganha quando o canal pergunta ao público qual deve reprisar, é ela “Friends”.

Certo que é porque estou mais velha, muita coisa na minha vida mudou. E uma delas foi o ‘amor’ por esses “amigos”. Antes, era aquele ritual de esperar o dia e a hora de ver “Friends”. Agora, continuo vendo. Mas se surgir qualquer coisa no mínimo interessante, eu deixo meus “amigos” pra lá e nem tô.

Engraçado perceber isso. Que a gente muda mesmo. E aí vai outra bomba: eu não tenho mais paciência com a Rachel. Nunca fui super fã dela, nem foi meu personagem favorito. Agora, pra mim, ela é uma chata. Mesmo depois de adulta, continua sendo mimada, chorona e nem sempre é engraçada. Enquanto isso, continuo curtindo os outros personagens. Estranho, né?

Acho uma pena a maioria deles não ter dado muito certo depois do fim do seriado. Todos me pareciam muito talentosos. Gente famosa e rica também fica marcada, também tem que se reinventar, também tem percalços e decepções na vida – diferente do que a maioria acaba pensando.

Vou continuar assistindo quando aparecer na tv, mas não vai ser mais o que eu marco pra ver. É, eu marco os programas que eu quero ver. Afinal, tem tanta coisa rolando, que é difícil escolher na hora.

Não lembro de um episódio que eu tenha amado, mas os ‘flashbacks’ eram as minhas partes preferidas. E me dar conta de que seguir modas nos faz parecer ridículos anos depois. E tentar reviver isso?

Gosto de pensar que foi uma época incrível acompanhar os episódios quando inéditos. Assistir a reprises mais uma ou duas vezes, mas não é mais ‘A’ série. Talvez porque nunca tenha me sentindo um deles. Vejo muita gente dizendo que se achava muito a ver com determinado personagem – a mulherada sempre se achando a Rachel… Acho que já fui um pouco de cada um em algum momento. A obsessão da Mônica por limpeza e organização, com certeza, nunca tive.

Foi uma das poucas séries que não tinha uma trilha sonora bacana. Poucas as músicas que me marcaram. Uma que descobri sem querer, foi num momento deprê da Rachel.

Outra coisa: não curti a história de que não vão fazer o famoso reecontro comemorativo. Todos os seriados têm esse tipo de comemoração. Por que não? Foram os papéis que os lançaram ao sucesso, ganharam muita grana – chegaram a ganhar U$ 1 mi por episódio cada um. Acho que devem isso aos fãs. E o papo de não conseguirem conciliar agendas? Ah, por favor, menos. Tudo o que acontece com eles agora é e sempre será em função dos fãs que os acompanharam e consumiram tudo que puderam sobre eles – desde pagar tv a cabo até comprar revistas ou qualquer outro produto da série.

Marcou época e, com certeza, eu não vou esquecer das muitas risadas que dei assistindo cada episódio. Ainda mais que a Warner continua reprisando…

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